7 Três filmes de dança que você tem que ver



Eu adoro filmes de dança!

Eu acho engraçado (e muita gente acha piegas) que em todo filme de dança (ou de esporte) as pessoas superam todos os tipos de problemas por conta do “poder transformador da música (ou do esporte)”!

Mas, o fato é que filmes de dança são MUITO emocionantes porque não tem melhor forma de se conectar com a música do que dançando. E aí ver uma história sendo contada assim através de uma dança às vezes significa muito mais do que mil palavras.

#sou #emotiva #vou #chorar



E, além de querer viver aquelas histórias lindas, você passa a querer saber dançar tão bem quanto os personagens. E até arrisca uns passos em casa! haha


Geralmente, filmes de dança também têm uma trilha sonora maravilhosa e contagiante que grudam na cabeça e sempre que você escuta você logo se lembra daquela tal cena em que eles dançam de tal maneira. [suspiros] Aiii... adoro filme de dança!

Por causa dessa obsessão admiração, resolvi listar aqui os três filmes de dança antigos que eu mais gosto! Se você já viu, sabe que são ótimos e se você não viu... Como assim? Corre pra ver, gente! Vocês estão perdendo!

#3 Flashdance



Flashdance conta a história de Alex, uma soldadora (sim, que faz solda!), que sonha em ser bailarina. O filme mostra as dificuldades que a heroína tem para ganhar a vida com poucos recursos financeiros e como é difícil pra ela acreditar em si mesma e que poderá finalmente realizar o seu sonho.

Cenas Icônicas:

1 – Quando ela tira o sutiã por baixo da blusa. O Joey de Friends diz que essa é uma das cenas mais sensuais do cinema e a Rachel tenta reproduzir. Como era de se esperar, a versão da Rachel não dá muito certo! Hahahaha



2 – Quando ela dança ‘What a feeling’ que é tipo uma das melhores músicas do universo.

Possuída pelo ritmo ragatanga!


#2 Footloose



Eu já perdi a conta de quantas vezes eu assisti Footloose! O estudante Ren McCormack (o jovem Kevin Bacon <3 ) se muda pra uma cidade pequena onde (vejam só!) é proibido dançar em público! Haha Eu sei, não parece muito plausível, mas tem toda uma história por trás que explica essa proibição que deixa os jovens super chateados. Ren vai ser o cara que quer abolir essa regra. Primeiro, ele age de um jeito todo rebelde, mas depois tenta alcançar esse objetivo de outra forma e ganha o respeito das pessoas na cidade. Footloose é um filme que faz você se sentir jovem!

Cenas icônicas:

1 – Quando o Willard aprende a dançar!


2 – O baile no final

Muito glitter!!!!!!


Novidade: 

O novo Ren!


Já existe um remake de Footloose, filmado em 2011, que é muito muito bom! O novo Ren, não tem tanta cara de malvadinho-rebelde-radical como tinha o Kevin Bacon, mas é um ótimo ator, um ótimo dançarino e é, claro, um gato!

Ah!! Na versão nova do filme, quem canta a música tema é o Blake Shelton, coach do The Voice americano. Ficou muito legal também! Pode baixar pra ouvir direto!

No remake, eu adoro ver essa cena que (eu acho que) não tem no filme original que eles vão pra um bar que fica em outra cidade e dançam muito e arranjam confusão, é bem divertido!

Diz se você não queria estar no meio dessa
galera jovem, alegre e dançante! haha


#1 Dirty Dancing

Apenas lindos e perfeitos!


O que dizer desse filme que todos nós assistimos milhões de vezes na sessão da tarde? Dirty Dancing é unanimidade, é alegria, é amor! No filme, Baby vai passar as férias com a família (chata e coxinha) num resort onde conhece Johnny, um dos dançarinos. Eles se envolvem quando Baby se oferece pra ajudar quando a irmã de Johnny, também dançarina, passa por alguns problemas e não pode se apresentar em dos shows previstos. Eles dançam, se apaixonam e emocionam a gente toda vez que o Patrick Swayze chega todo raivoso dizendo que “ninguém põe a Baby no canto!!”.

Isso aí, Johnny! Mostra pra eles!


Cenas incônicas:

1 – Quando eles treinam o salto na água


2 – A dança final!!!



E aí, já ficou com vontade de ver todos??
Se você curte esses filmes ou tem outros favoritos, me conta nos comentários!!

Beijos



2 Série Estudando Fora - Edição Estados Unidos da América




Oi!

Nos primeiros semestres da faculdade, sempre tem aqueles amigos que acabam decidindo que não estão no lugar certo e resolvem mudar de curso. Isso foi exatamente o que aconteceu com o Rafael, que era da minha turma de Relações Internacionais, mas decidiu mudar totalmente e foi pôr em prática toda a sua habilidade com as ciências exatas estudando engenharia! haha 

O fato é que, estudando engenharia, o Rafael teve a oportunidade de viver uma experiência incrível através do Ciências sem Fronteiras nos Estados Unidos! Ele topou na mesma hora contar pra gente como foi esse intercâmbio e eu acho que vocês vão adorar esse post cheio de fotos super legais.

Espero que vocês curtam essas dicas e contem o que acharam nos comentário!

Beijos!

Laís



***Estudando nos EUA***


Perfil

Nome: Rafael Vieira lima

Idade: 24 anos

País e cidade onde está morando: EUA, Lincoln, NE

Universidade onde você está estudando: University of Nebraska Lincoln

O nome do seu curso: Engenharia de Telecomunicações (embora, lá eu estivesse matriculado como engenharia elétrica)

Marque uma das opções abaixo:

[x]graduação  [  ]mestrado




Acadêmico

Você sempre quis estudar fora do Brasil?
R.: Sim, desde sempre eu falava que estudaria fora algum dia, mesmo sem ter muita noção de como seria.

Qual foi a maior diferença que você notou entre estudar no Brasil e estudar no país onde está agora? Quais foram as maiores dificuldades?
R.: As diferenças foram bem grandes. Desde o dia a dia em sala de aula até o comportamento dos alunos e o relacionamento aluno-aluno e aluno-professor.
Pra começar, uma grande diferença é a carga horária, aqui no Brasil, temos uma carga muito grande em sala de aula. Lá, a maioria das aulas são de apenas 50 minutos, poucas chegam a uma hora e vinte. No CEFET, chego a ter aulas de até 4 horas. A forma como o conteúdo é abordado também é muito diferente. Por passar tão pouco tempo em sala de aula, os professores passam uma carga bem pesada de “homework” (dever de casa). Todos os deveres devem ser entregues e serão pontuados. Chegando ao final do semestre a contabilizar até 50 por cento da nota. O que faz com que, mesmo o aluno passando pouco tempo em sala de aula, ele necessite dispensar um bom tempo de estudos sozinho. Sem duvidas me adaptar à rotina de às vezes até 10 horas num dia fazendo “homework” foi uma das dificuldades encontradas.

Sobre a forma como se aborda o conteúdo, o que me chamou bastante atenção foi que, em palavras de um amigo americano meu “No Brasil, valoriza-se o entendimento, aqui, valoriza-se mais a memorização”. O nível de dificuldade das provas é menor que o da minha faculdade aqui, porém, com provas extremamente extensas, o que não dá tempo de você montar e seguir um raciocínio, você tem que ir para prova já certo do que você vai fazer e colocar as respostas de forma mais direta possível.

Algo que também foi bastante latente é o comportamento do aluno em sala de aula. Conversas paralelas são praticamente inexistentes e o professor tem dificuldade quando precisa que os alunos trabalhem em grupos. 



O pessoal na universidade foi receptivo?
R.:Extremamente. O povo de Nebraska é um dos mais receptivos que eu tive o prazer de conhecer. Tanto a equipe da universidade, quanto as pessoas no geral da cidade foram extremamente amigáveis. Havia sim, o chamado “espaço pessoal” mas, de uma forma geral, as pessoas estavam interessadas em conhecer pessoas novas e se tornarem amigas. Além da simpatia e da receptividade, eles são extremamente generosos, tínhamos caronas sempre que necessário, e principalmente, eles gostam de estar juntos, tendo diversos eventos para reunir as pessoas e principalmente, para tentar integrar os alunos.



O que as pessoas daí acham do Brasil?
R.: A maioria conhece muito pouca coisa sobre o Brasil. No geral, Carnaval, futebol e o Rio de Janeiro (por causa do filme “Rio”).

Quais são as dicas que você dá para os brasileiros que querem estudar fora do Brasil?
R.: Se informar sobre os lugares. Abrir os olhos para os lugares que vão além dos lugares “comuns” de se fazer intercâmbio. Antes de viajar, nunca nem tinha ouvido falar sobre a cidade que fiquei, volto de lá apaixonado pelo local e encantado com as pessoas de lá. E, durante o intercâmbio, tentar se aproximar ao máximo das pessoas locais e dos internacionais. Encontrar brasileiro fora é algo extremamente prazeroso porque de certa forma a gente acaba se sentindo mais em casa perto deles, mas temos que tomar cuidado pra não nos restringirmos a esse grupo, pois o melhor do intercâmbio é exatamente a convivência com outros.



Cultural

Como foi o processo de mudança?
R.: O começo foi bem corrido. Fiz parte do “Ciências Sem fronteiras”, mas meu edital foi um tanto quanto conturbado. A principio,eu havia me inscrito para Portugal, porém, por problemas internos no programa, a parceria com as universidades portuguesas foi suspensa nesse período, o que nos levou a um realocamento. Então, nos deram 8 opções de escolha de países para irmos, com proposta inicial de que se pagaria até 6 meses a mais de bolsa (que a princípio era de 1 ano), que seriam os meses iniciais, onde faríamos um curso da língua local. Minha opção foi pelo Reino Unido. Mas, novamente, por problemas internos do programa, faltando pouco mais de um mês para que nos mudássemos, recebemos a notícia que o governo britânico e o governo brasileiro não haviam chegado a um acordo para a concessão do visto de estudante (o governo britânico estava exigindo, pelo menos, uma nota 5 no IELTS, um exame de proficiência na língua inglesa) e já não havia tempo hábil para fazer a prova, então, nos apresentaram a proposta de ir para os EUA.

Aceitei a proposta e no dia 1º de agosto recebi meu TOA (terms of appointment), basicamente, sua carta de aceite na universidade. Detalhe, recebi o TOA no dia 1º de agosto e este me informava que eu deveria estar na universidade já no dia 19 de agosto. Foram 18 dias extremamente corridos, pois nem visto eu tinha ainda e a semana do dia 12 ao dia 16 era minha semana de provas.

As primeiras semanas nos EUA, fomos imersos em um monte de atividades tanto culturais quanto acadêmicos e burocráticos. No final do primeiro mês, quando as coisas começaram a entrar num ritmo mais “normal”, foi bem complicado. É a hora em que já não é mais tão novidade assim, mas que você ainda não se adaptou e a saudade de casa e dos amigos começa a bater. Mas também é a hora em que os laços de amizade locais começam a ser forjados.




Quais são as diferenças culturais mais marcantes entre o Brasil e o país onde você está?
R.: A que mais me chamou atenção foi a confiança que as pessoas têm umas nas outras aqui. Você não precisa provar algo. O fato de você estar falando já é suficiente para que as pessoas acreditem em você, o que reduz e muito a burocracia dentro da universidade.

Outra coisa que me chamou muita atenção e era até engraçado é que eles dormem muito mais cedo e agendam seus planos com antecedência. Ficavam loucos com a gente, quando, a 1h da manhã, saímos chamando-os para assistir um filme ou fazer uma social. Sempre ouvíamos: “Sério? Mas é quase 1h da manhã”.  Geralmente, todos os planos deles são organizados com semanas de antecedência e para horários bem cedo. Já nós, sempre fazíamos as coisas de súbito.

Uma característica que eu achei bem engraçado e bonitinho também é que eles quase não se tocam enquanto nós nos tocamos o tempo inteiro de forma inconsciente mesmo. Aí, os americanos que se tornaram nossos amigos, de tempos em tempos simplesmente encostavam a mão no nosso ombro ou peito. Dava pra ver que eles não tinham muita noção do que estavam fazendo e nem exatamente o porquê estavam fazendo isso, mas que como viam que a gente se comporta assim, eles também faziam quando estavam conosco.

Qual o feriado/festa nacional mais divertido/interessante no país onde você está?
R.: Sem duvidas o “Thanksgiving” (o dia de ações de graças), quando as famílias se reúnem e é quase um Natal. Foi bem interessante porque o Glen, um amigo, levou a gente para a casa da família dele e ai tivemos a oportunidade de realmente vivenciar um verdadeiro Thanksgiving .

Como é o custo de vida no país?
R.: No país em si eu não sei, pois assim como o Brasil os EUA é um país bem grande e com muitas diferenças entre as suas regiões. Mas, o custo de vida em Nebraska era bem baixo. Porém, saúde e educação são escandalosamente caras. Foi um susto quando descobrimos que somente para utilizar a ambulância são mais de 900 dólares. E que na universidade, um crédito custa em torno de 600 dólares por semestre (aqui no Brasil, eu chego a fazer até 32 créditos em um semestre). No geral, bem de consumo aqui é muito barato, mas as coisas básicas, são bem caras.

Onde você está morando? Aluguel, alojamento, residência estudantil etc.?
R.: Eu morei em alojamento. Grande parte dos alunos da universidade aqui mora neles. O que é muito interessante, facilita a integração. Além de ser muito confortável saber que a maior parte de seus amigos no país (ou no nosso caso, TODOS) estão a menos de 500 metros da sua casa. A estrutura do alojamento é muito boa. Nos mais simples, eram quartos razoavelmente grandes, que comportam 2 pessoas confortavelmente ( porém , você poderia morar sozinho, desde que pagasse extra por isso) . O maior inconveniente era usar banheiros coletivos, um banheiro para todo um andar. Os mais sofisticados eram uma casa mesmo que o estudante tinha com quarto, sala e seu próprio banheiro.

Quais os lugares que você mais gosta de visitar aí?
R.: Apesar de ser a capital, Lincoln é uma cidade bem pequena, pelo menos quando comparada com cidades como Rio de Janeiro. Aqui, vamos geralmente ao centro da cidade, menos de 5 minutos a pé da faculdade, ou ao Oak lake, um lago aqui perto. Mas esse intercâmbio trouxe consigo oportunidades maravilhosas, com ir ao Grand Canyon, Las Vegas e o parque nacional de Yosemite, na California.


O que você mais gosta de comer aí?
R.: Comida foi uma das coisas mais difíceis para me adaptar. Pra ser sincero, não me adaptei. Eu comia nos Restaurante universitário. No geral, a comida tinha pouco ou quase nenhum tempero o que eles tentavam compensar colocando muita pimenta e canela. A gente brincava dizendo que eles provavam a comida a viam que estava sem sal, então colocavam canela no lugar.

Eu gostava de ir aos restaurantes mexicanos. Era onde eu encontrava comida mais parecida com a nossa.

Como você se locomove até a universidade ou outros lugares? 
R.: Eu morava dentro da universidade. Então, ia a pé mesmo. Locomoção para outros lugares já era mais complicada. O transporte público lá não é muito eficiente. Se você for comparar com o Rio de Janeiro então, é praticamente inexistente. A Locomoção era feita basicamente de carro. Alugávamos ou pegávamos caronas com os amigos. Já que quase todos tem carro.

Você pensa em ficar de vez no país onde está estudando? Por que?
R.: Isso é algo que eu realmente ainda não sei. Antes de vir pra cá, não tinha planos de morar aqui, foi uma oportunidade que apareceu e eu aproveitei. Sou grato pelo tempo que tive, voltando para o Brasil agora e me readaptando a vida lá é que pensarei nisso um pouco melhor.

Qual é a parte mais legal da experiência de estudar fora?

R.: Sem dúvidas, a parte não acadêmica. Conhecer pessoas de outras culturas, seus hábitos e costumes. Poder vivenciar como somos tão parecidos em algumas coisas mesmo tendo prismas de vida tão diferentes e ao mesmo tempo, como a cultura, a criação, o local de nascimento moldam as pessoas. O choque entre as realidades e os princípios de cada um, faz da convivência muito interessante e extremamente enriquecedora.

8 Top 5 sobre mim ou Meu aniversário!




Eu sou uma super fã de blogs. Principalmente aqueles bem pessoais, com a cara da blogueira/blogueiro. Aqueles nos quais parece que você já conhece tudo sobre a pessoa porque já acompanha o que ela escreve há bastante tempo.

Quando eu criei o ‘Books, Brownies and Beyond’,  eu queria muito que ele tivesse a minha cara e que as pessoas me conhecessem através dos meus posts e se identificassem com o meu modo de pensar e agir. Eu queria conseguir transmitir aquela sensação que eu sinto em relação aos blogs que eu acompanho.

Hoje, 25 de janeiro, é o meu aniversário de 24 anos (e aniversário é sempre um dia em que ficamos um pouco mais reflexivos) e eu acho que é uma boa oportunidade pra contar um pouco mais sobre mim aqui no BB&B.

Eu sei que é péssimo fazer uma descrição de nós mesmos, mas eu vou tentar! Haha Pra deixar mais suave, vou fazer um Top 5, okay?


Essa foto é do meu aniversário de 3 anos!



#5 Eu sou falante demais (mais do que eu deveria ser) e às vezes isso é bom. Às vezes, não.

#4 Eu não gosto de contar pras pessoas quando eu conquisto alguma coisa (eu conto só pras pessoas muito próximas). Na verdade, eu morro de vergonha de viver essas situações em que eu tenho que dizer “olha só o que eu consegui”.

#3 Eu não tenho um melhor amigo/amiga e eu considero isso uma coisa boa. Porque eu me sinto cercada de vários amigos incríveis que eu considero demais pra classificar em categorias como melhor ou não-melhor amigo.

#2 Eu canto o dia inteiro. Mentalmente, ou baixinho, ou alto mesmo (se eu estiver sozinha). Eu trabalho cantando, tomo banho cantando, faço faxina cantando. Ah! E eu não consigo dormir ouvindo música. Eu fico tão concentrada na música que eu não consigo pegar no sono!

#1 Eu sempre acredito que o melhor da vida ainda está por vir. Eu não sou muito saudosista. Eu não sou do tipo que sofre quando acaba uma determinada fase da vida. Tipo, não sofri quando acabou a escola, a faculdade, etc. Eu gosto de completar ciclos. Também não sou daquelas pessoas que acham que a melhor fase da vida foi a infância. Minha infância foi incrível, mas o meu espírito (decidido, meio independente) sempre quis chegar à fase adulta logo!

Bônus! Eu me sinto muito abençoada! Não sou aquela pessoa linda, rica, genial, pra qual tudo dá certo, mas eu consigo ver e apreciar a sorte que eu tenho por ter a família que eu tenho, os amigos que eu tenho, o meu emprego e até mesmo ter feito a minha faculdade (porque Deus sabe o quanto isso significa pra mim)! E o quanto eu não acreditava que seria capaz de realizar nada... não por falta de incentivo, mas por falta de confiança em mim mesma.

Eu sou muito grata por tudo isso! E muito grata aos meus amigos que me incentivaram muito a criar o blog que é uma das coisas que mais me dá felicidade em realizar hoje. E para a qual espero doar o máximo de mim, fazer mesmo o meu melhor por mim e por vocês que me leem.

Obrigada a você que tem acompanhado o ‘Books, Brownies and Beyond’ e tem me dado essa oportunidade de acreditar mais em mim e nas coisas que eu realizo. Espero retribuir à altura a sua confiança em mim! Agora vou lá comemorar!



Um beijo!


Laís

3 Série Estudando Fora - Edição Alemanha Parte 2






Hey, você que ama a Alemanha! Sim, nós temos mais uma parte da Série Estudando Fora sobre a terra que nos castigou com o 7 x 1 na Copa do Mundo de 2014. Haha

A Thainá, que estagiou junto comigo há um tempinho atrás, é a pessoa mais fofa do mundo e topou responder essas perguntas curiosas da Série Estudando Fora! 

Thainá, que saudade de quando a gente se via a semana inteira, e ficava conversando, e você ficava tentando me ensinar alemão  e a gente comia cookies do Besi!

Se tem uma coisa que essa menina entende é de viajar! Haha É mais fácil perguntar onde ela ainda não foi. E é com essa autoridade toda que ela conta pra gente como está sendo fazer o mestrado em Estudos Europeus na Alemanha.

Ahh! E dessa vez o post tá recheado fotos!

Deixem seus comentários e dúvidas! Vamos ficar felizes em responder, ok?

Beijos!

Laís


***Estudando na Alemanha Parte II***




Perfil
Nome: Thainá Leite

Idade: 22 anos

País e cidade onde está morando: Alemanha, Flensburg

Universidade onde você está estudando: Europa-Universität Flensburg

O nome do seu curso: European Studies(Estudos Europeus)

Marque uma das opções abaixo:

[  ]graduação  [X]mestrado






Acadêmico

Você sempre quis estudar fora do Brasil?
R.: Sim, desde sempre! Eu já tinha feito intercâmbio duas vezes e sempre que eu voltava pra casa o sentimento de estudar fora de novo ficava cada vez mais forte.

Qual foi a maior diferença que você notou entre estudar no Brasil e estudar no país onde está agora? Quais foram as maiores dificuldades?
R.: Acho que a maior diferença é a dinâmica/relacionamento entre a universidade e o aluno. Aqui na Europa, especialmente na Alemanha, os alunos são muito livres em relação a organização dos seus trabalhos e horas de estudo. E para mim, essa é uma das maiores dificuldades. Eu tenho a mania de sempre anotar tudo em uma agenda para que eu consiga me organizar mentalmente. Ou seja, eu preciso de datas e prazos com uma certa antecedência e isso não é algo tão importante na minha universidade.

O pessoal na universidade foi receptivo?
R.: Sim. Especialmente pelo fato do meu curso ter alunos de diversas nacionalidades.

O que as pessoas daí acham do Brasil?
R.: Depois da Copa do Mundo, o Brasil é o “queridinho” aqui na Alemanha. Sempre que eu falo que sou carioca e brasileira, as pessoas já abrem um sorriso no rosto! Acredito que as pessoas tenham uma visão boa do país, mas sabem que enfrentamos sérios problemas diariamente. Alguns dos meus colegas de turma até vieram me perguntar sobre as últimas eleições e os protestos que ocorreram em 2013. Outras pessoas, infelizmente, ainda tem em mente os estereótipos impostos pela mídia e/ou falta de informação (acredite: uma vez, logo após de eu dizer a minha nacionalidade, me responderam o seguinte: mas você é branca!). Contudo, o que mais me chamou atenção foi o fato de muitos alemães – e também alunos de outras nacionalidades – se interessarem pela língua portuguesa e a acharem uma das mais bonitas do mundo.

Quais são as dicas que você dá para os brasileiros que querem estudar fora do Brasil?
R.: Se organizar com antecedência, não ficar “preso” a questões sentimentais (óbvio que todo mundo sente saudade dos amigos e da família, mas faz parte! Seja forte!), não ser dependente e estar aberto a novas experiências. Se esse é o seu sonho, segue em frente que você consegue e não irá se arrepender!



Cultural

Como foi o processo de mudança?
R.: Foi tranquilo. Já havia conseguido um quarto no dormitório da universidade antes de deixar o Brasil e também já tinha entrado em contato com alguns alunos chamados “campus angels” que ajudam com dicas, questões burocráticas (contratos dos dormitórios, chaves, etc), e também, se houver necessidade, buscam os alunos na estação de trem da cidade. E isso me ajudou bastante depois de 2 voos e uma viagem de trem com duas malas gigantes! Depois, foram questões de visto de residência, abrir conta bancária, me registrar na cidade, matrícula na universidade, etc.

Quais são as diferenças culturais mais marcantes entre o Brasil e o país onde você está?
R.:Os alemães são um tanto quanto “secos” e diretos. Não são chegados em beijos e abraços com pessoas que não sejam muito íntimas. Além disso, se um alemão não gostar de algo que você fez, por exemplo, ele irá dizer na sua cara – e muitas vezes sem ser de uma maneira fofa. Também acredito que em alguns momentos eles não saibam lidar com o inesperado e achar soluções para o ocorrido (e pode ser algo simples como o preço diferente de uma passagem ou algo mais complexo como um acidente na linha do trem – nessas horas eu acho que nós, brasileiros, estamos mais treinados a lidar com essas adversidades).

Qual o feriado/festa nacional mais divertido/interessante no país onde você está?
R.: Dia da Reunificação alemã e Oktoberfest.

Fofa! <3 


Como é o custo de vida no país?
R.: Comparando com outros países da Europa, como França e Holanda, acredito que a Alemanha tenha um custo de vida relativamente barato. E comparando os meus gastos de quando eu morava em Portugal e agora, também acho que é um pouco mais barato.

Onde você está morando? Aluguel, alojamento, residência estudantil etc.?
R.: Moro do dormitório de estudantes da universidade. Divido um apartamento de 4 quartos com outros 3 estudantes.

Quais os lugares que você mais gosta de visitar aí?
R.:Gosto muito de ir para o porto. Tem uma vista linda cheia de barcos e casas bonitas ao redor. É muito comum os jovens comprarem algumas bebidas e petiscos e irem comer ao redor do porto durante dias quentes e/ou ensolarados.

Esse é o Porto!


O que você mais gosta de comer aí?
R.: Gosto muito de currywurst (linguiça com molho curry) com batata frita.

Como você se locomove até a universidade ou outros lugares? 
R.: A pé (para a universidade, já que moro dentro do campus) e de ônibus para o centro da cidade.

Você pensa em ficar de vez no país onde está estudando? Por que?
R.: Não, mas penso em continuar na Europa. Meu objetivo é me mudar para a Bélgica por questões profissionais (estudo European Studies e Bruxelas é considerada a capital da União Europeia. Então acredito que lá tenha mais ofertas de trabalho relacionadas a essa área) e poderia dizer que por questões pessoais também.

Qual é a parte mais legal da experiência de estudar fora?
R.: Conhecer pessoas novas, vivenciar novas experiências, aprender novas línguas, amadurecer e se tornar mais independente.