2 Tapete Vermelho - Ed Sheeran!!!



Olá, galera! Que saudade que eu tava de vocês!

Mas há um bom motivo pelo qual eu demorei tanto! Estava esperando o cantor mais lindo, fofo e maravilhoso desse mundo pop chegar ao Brasil! É claro que tô falando do Ed Sheeran, né não?



O Ed é o artista preferido da nossa querida Laís e acabou de aterrissar em terras brasileiras pra nos agraciar com seu ar inglês, além de carisma e talento. E olha gente, foi difícil cavar na vida pessoal dele viu, o cara é mega recatado! Não tem polêmicas, nem escândalos, acho que o que tem na mídia ela mesmo inventa.

Bom, Sir Edward Christopher Sheeran nasceu em 17 de fevereiro de 1991 em Hebden Bridge, uma pequena cidade de 4500 habitantes, em West Yorkshire, Inglaterra. Quando criança, mudou-se para Framlingham, onde haviam mais oportunidades de trabalho para seus pais.



Seu pai, John Sheeran, era curador de arte e conferencista.  Sua mãe, Imogen Lock, é publicitária e design de joias. Seus pais mantinham uma consultoria de arte independente, com o sobrenome dos dois, Sheeran Lock, de 1990 a 2010. Sheeran, o mais novo de dois meninos, tem um irmão mais velho, Matthew, que é um compositor de música clássica e estudante de música de pós-graduação.

Os avós paternos de Sheeran eram irlandeses e tiveram uma importante influência na carreira de Sheeran. Por causa deles, Ed começou a frequentar a Igreja Católica, onde conheceu as crianças da região que cantavam no coral. Com o tempo, foi adquirindo gosto pelo dom de cantar e ingressou no coral. Com as aulas de canto, veio também o gosto pelos instrumentos musicais, pois aprendeu a tocar violão. Durante suas aulas no Thomas Mills High School, onde estudou até os 16 anos, quando não prestava atenção no que os professores diziam, Sheeran ficava inventando letras de músicas, desenvolvendo sua habilidade de compor.

Suas memórias de infância incluem ouvir Van Morrison durante suas viagens a Londres, com seus pais e ir para um show íntimo de Damien Rice na Irlanda quando tinha onze anos. Além de Rice, ele também identifica The Beatles, Bob Dylan, Nizlopi e Eminem como suas maiores influências musicais.

Ed deu o seu primeiro beijo quando tinha 11 anos.

Sheeran é um padroeiro da Youth Music Theatre UK e foi aceito na National Youth Theatre em Londres, ambos quando adolescente.

Seus amigos e familiares, quando não se referem a ele como Ed, o chamam de Teddy ou Weasley. O apelido mais vergonhoso que ele já teve foi “virilha de fogo”.

Como todos sabem, Ed Sheeran é melhor amigo de Taylor Swift. Eles são tão próximos que Taylor chegou a agradecê-lo no seu discurso no BRIT Awards deste ano, quando ganhou o prêmio de Artista Internacional Feminina.  "Honestamente, eu sei que não estaria neste palco se não fosse um dos melhores amigos me levar para alguns bares, me ensinar como fazer uma boa xícara de chá e tudo o que eu sei sobre o Reino Unido. Eu só quero dizer que eu te amo, Ed Sheeran! Onde quer que você esteja."



No Instagram, o cara vive compartilhando fotos de gatinhos e cachorrinhos, animais que o cantor é apaixonado.

Em entrevista ao jornal "Daily Star", Sheeran revelou que sempre quis ser um maquinista porque parece ser muito divertido. Ele ainda completou ao dizer que está pensando em comprar seu próprio trem, mas acha que não ganhou dinheiro suficiente. #NãoDesista

O cantor emplacou duas músicas na série "The Vampire Diaries", cantou a faixa de encerramento de "O Hobbit: A Desolação de Smaug" e entrou para a trilha de "A Culpa é das Estrelas". Sim, são muitas músicas em trilha sonora em tão pouco tempo.

Se você é aquela pessoa que dá nomes aos seus eletrônicos saiba que o britânico faz isso com seus instrumentos. Ele contou ao "The Sun" que suas guitarras se chamam James, Trevor, Keith, e muito mais. E é tudo inspirado na galera que trabalha com Ed. O responsável pela iluminação se chama James e a guitarra ganhou esse nome. Quando ela quebrou, o ruivo comprou uma nova e chamou de James Segundo. Aliás, ele gosta tanto de violões que já pagou 7mil dólares em um, num Martin de 1907.



Ele também tem uma coleção de espadas e SURTOU quando ganhou de presente uma réplica da espada de Jon Snow, personagem de Game of Thrones.




Diferente daqueles cantores que vivem gastando dinheiro nos clipes, Ed gastou um total de 20 libras (cerca de 70 reais) para produzir "The A Team". Bem que ele podia me dar umas aulas de economia! Falando em “The A Team”, a canção foi baseada em fatos reais. Sheeran foi voluntário numa casa de repouso que recebeu moradores de rua durante as festas de fim de ano em Londres. Nesta casa ele ouviu diversas histórias e se encantou com a história de uma mulher chamada “Anjo”, que tinha problemas de comportamento e que para amenizar estes problemas, os moradores a fizeram “Xerife da Casa de Repouso”, assim ela comandava o abrigo, porém, os moradores só seguiriam as regras se ela também as seguisse. Para ele, esta situação foi como um chamado para a vida. Foi a primeira canção de sucesso do ruivo. A música concorreu ao Grammy 2013 na categoria “Canção do Ano” e, na mesma cerimônia, Teddy a interpretou com Elton John.



 Seu restaurante favorito, o Nandos, em Londres é famoso por ter um molho criado pelo próprio Ed Sheeran, que tem nuances de azeitona. Ed gosta de colocar batatas fritas nas pizzas e cobrir tudo com ketchup.

 Ed já declarou que não tem audição muito aguçada, pois ouve mal de um ouvido.

 Aquela hora que você se pergunta “MAS E AQUELE CABELO MARAVILHOSO??” Sim, é o próprio Ed quem o corta. Ele nunca tentou pintar, mas já teve mechas loiras quando tinha 15 anos porque pensava que era a coisa legal a se fazer. Ele diz que “a melhor coisa sobre sermos ruivos é que nos destacamos”.

Ed tem um gato chamado Bellini.



Sheeran tem muito medo de altura.

Nas turnês, Ed faz uma tatuagem para cada lugar que passa. A primeira tatuagem que eu fiz foi uma pata no braço esquerdo. Sua tatuagem que mais doeu foi a xícara que ele tem no braço esquerdo.  A tatuagem que mais demorou para ser feita foi a fênix no seu antebraço direito.



Em 2009, Ed Sheeran tocou em 312 shows. Ele quis ultrapassar a marca de James Morrison que fez 200 shows num ano. Isto só prova o quanto o sucesso dele será estrondoso.

Ed nunca teve muito dinheiro e para economizar o pouco que ele tinha se tornou adepto do “Sofa Surfing”, que nada mais é do que dormir em sofás de amigos, conhecidos e até pessoas desconhecidas.

Seus primeiros CDs tiveram uma produção independente, sendo eles: "The Orange Room", lançado em 2005, "Ed Sheeran", lançado em 2006 e "Want Some?", lançado em 2007.

A primeira vez que Ed se ouviu no rádio eles lhe chamaram de Ben Sherman.

Uma garota pode ter sua atenção tendo senso de humor e olhos bonitos. Quando se trata de um primeiro encontro, ele nem sempre está lá quando você liga, mas ele sempre está na hora certa. A coisa mais louca que ele já fez para mostrar uma garota que a ama foi voar meio mundo para passar uma tarde com ela.

A coisa mais bizarra que uma fã pediu pra ele: a mãe de uma fã falou com ele no backstage e falou que o primeiro beijo do filho dele tinha sido com a Carrie Underwood e perguntou se o primeiro beijo da filha poderia ser com ele.

Austrália é o país que ele mais gostou de ter visitado.

Ele sabe falar um pouco de alemão e um pouco de grego.

A música preferida dele para cantar no banheiro é “Everytime” da Britney Spears.

A primeira celebridade que ele conheceu foi o Príncipe Charles.

Uma coisa que ele não poderia viver sem é o biscoito Oreo.

Apesar de exibir graciosos passos de dança em “Thinking Out Loud”, seu passo de dança característico é ficar no canto e balançar a cabeça.

A música Lego House, tem a participação de Rupert Grint, de Harry Potter, e foi inspirada pela capacidade de Sheeran de construir grandes casas com lego.




Enfim, Ed é o homem com quem sua mãe quer que você case, em todos os sentidos! O cara é fofo, talentoso, gentil, e tem uma voz maravilhosa.

Tive que procurar muito pra encontrar uma polêmica dele, viu? E uma bem recente é que sua atual namorada, Athina Andrelos, anda com muito ciúmes da relação entre Taylor e Ed. A relação dos dois ficou um pouco estremecida depois que Taylor disse que “amava” Ed no Brit Awards. Todo mundo sabe que a relação dos dois é só de amizade, eles são amigos há anos e acreditamos que tudo vai continuar assim. Eu particularmente acho que Athina tem que aprender a lidar um pouco com as amizades de Ed, ainda mais a principal delas e mais influente, Taylor Swift.

E você, o que acha? Acha que Athina está certa? Acha que Ed deveria se afastar de Taylor. Dá uma olhada na notícia aqui e conta pra gente o que você acha!

E pra finalizar, os passos de dança ruivos mais graciosos do mundo da música!



Beijos e até a próxima!



Post feito pelo

Breno P.

4 Edições Especiais - Jane Austen





Oi!

Quem me conhece sabe que eu sou um pouco MUITO fã da escritora Jane Austen.

Inclusive, já fiz um post falando sobre a websérie e o livro“O Diário de Lizzie Bennet”, inspirado na obra “Orgulho e Preconceito” de Austen.

Então, sabe essas pessoas que agora só leem livros nos leitores eletrônicos? Isso não me empolga nem um pouquinho. Tudo bem que é mais barato e às vezes até mais fácil de carregar "vários livros" ao mesmo tempo. Mas, você acaba perdendo toda a emoção de escolher uma edição linda!

Eu sou louca por edições especiais de livros. E acho que alguns livros merecem uma encadernação e uma diagramação diferentes, uma capa bem bonita, gravuras incríveis, etc. 

Eu adoro quando encontro livros com diferentes edições. É legal ver o quanto essas capas diferentes combinam com o enredo, e ressaltam aspectos diferentes da trama. Pra um mesmo livro, existem milhares de capas que se encaixam super bem naquele estilo. E, por causa disso, acho o máximo pessoas que colecionam várias edições de um mesmo livro.



A Mel, do blog A Series of Serendipity, coleciona várias edições de 'Alice no País das Maravilhas'. Uma mais linda que a outra. Clicando aqui, você pode ver o vídeo dela mostrando todos os livros da coleção.

Por essa razão, eu decidi mostrar aqui três edições lindas de livros da Jane Austen que eu comprei ou ganhei que são super especiais e mereciam muito essas fotos lindas!



**Pride and Prejudice**



Essa edição [do livro mais fantástico de todos os tempos], eu comprei no ano passado na livraria Barnes & Noble em Nova York. Ela tem capa dura decorada com detalhes dourados, páginas estampadas e marcador de página de cetim. Ele tem aquela cara de livro antigo, bem clássico. Ele foi publicado pela própria Barnes & Noble. Esse exemplar que eu tenho é de 2011.



Essa edição pode ser comprada na Livraria Saraiva, através deste link aqui.


**Sense and Sensibility**



Eu ganhei esse livro lindo da Bárbara no último natal! Já tinha visto ele na Livraria Cultura e ficado alucinada. Aí acabei ganhando de presente da Barbs no nosso amigo oculto da faculdade! Ele tem uma capa emborrachada linda cheia de citações da própria obra. As letras não são apenas "escritas por cima", mas sim gravadas em profundidade na capa. Muito especial! E o que dizer desse tom de azul lindo? Esse exemplar foi publicado pela editora Canterbury Classics em 2012.





Essa edição pode ser comprada na Livraria Cultura, através deste link aqui.



**Persuasão**


Essa edição eu também ganhei de presente de amigo oculto! Ela é a única das três que eu tenho publicada em língua portuguesa. Ela tem capa dura, páginas estampadas e melhor: um capítulo de apresentação, comentários ao longo do livro, biografia da autora e dois romances inéditos dela! Ela foi publicada através de uma coleção de clássicos da editora Zahar em 2012.



Essa edição pode ser comprada na Livraria Saraiva, atravé deste link aqui





E vocês? Curtem ver ou comprar edições especiais de livros?
Já pensaram em colecionar vários exemplares de uma mesma obra literária?

Contem nos comentários!

Beijos!



p.s. Todas as fotos foram feitas pelo Phelipe! ;)

11 Crônicas - Dinâmicas de um velório



Eu nunca havia presenciado um velório. Nem um enterro. Nem visto uma pessoa sem vida.

Acontece que toda essa incapacidade de lidar com a morte foi resolvida muito rapidamente com a morte de um ente [muito] querido. Não houve escolha. Não houve tentativa e erro. Só aconteceu.

Essa inexperiência me fez “visitar” esse acontecimento com olhos e ouvidos muito observadores de alguém que está vendo e ouvindo tudo pela primeira vez. Tudo chamava minha atenção e esses rituais me preencheram de uma forma que eu não consigo mais reverter.

Esse, que foi o pior dia da minha vida, foi um dia de lições práticas, técnicas, emocionais, espirituais e filosóficas. Lições que vou carregar no lombo como um conhecimento de causa que agora eu fico não exatamente feliz, mas talvez aliviada por finalmente compreender. É como deixar de ser leigo em um assunto. É como abrir a caixa dos mistérios. É como finalmente conhecer um novo colega de quarto. Abraçar uma emoção que você sabe que vai ficar ao seu lado por muito tempo.

Essas são algumas impressões que me tomaram de assalto nesse dia e me vêm à cabeça desde então:

Não há nada de macabro num velório. Aquela sensação de mau agouro e medo de filme terror não passa nem perto do clima de um velório. Predominam a tristeza e o cansaço. A matéria da pessoa que já se foi fica ali deitada, quieta, imóvel, alheia a todo aquele choro, àquela reza e consolação.

Paira uma sensação de invasão de privacidade, de violação do direito de descanso da vítima que fica ali sendo importunada no leito do seu descanso eterno.

As pessoas fazem as mesmas perguntas. E você tem que responder a mesma coisa pra todas elas. E essa conversa vem acompanhada daquela bendita frase

como você está?

E quando você, na verdade, quer dizer

 “já chega, deu ruim pra mim, não aguento mais”,

você na verdade faz aquela cara de

tô tentando seguir em frente”.

E não é pra enganar ninguém além de si mesmo. É aquela velha história de “as palavras têm poder”. E dizer como se quer estar, significa estar tentando. Faz parte do processo.

            É preciso fazer compras pro velório. Por uma razão muito prática: as pessoas comem e bebem no velório. Muita gente vem de longe, passa a noite ou o dia. E tem que ter comida e bebida pra alimentar o povo. Eu orientei a pessoa que foi fazer as compras

traz pão, queijo, presunto, bolo, biscoito, chá gelado, vários sucos... pó de café tem em casa. E também traz bastante copo descartável e guardanapo”.

E tem que ter café com e sem açúcar. Num dia de calor intenso, uma compra massiva de garrafas de água mineral foi o que salvou todos os presentes.

            Você serve muita água no velório.

Traz água pra fulano!”,

Pega um copo d’água pra mãe de fulana!

Busca um copo d’água que ela tá passando mal”,

Fulano, ‘cê veio debaixo do sol, senta aqui e toma um copo d’água”.

O velório é basicamente um momento de hidratação coletiva. Você serve água, água e mais água. E quando acaba de servir, tem que começar a servir de novo.

A casa fica totalmente tomada de pessoas. Sala, cozinha, sala de jantar, quintal da frente, quintal de trás e por aí vai. As pessoas se aglomeram em grupos de conhecidos. Ficam as pessoas da escola num canto. As pessoas do trabalho, em outro. Os vizinhos ficam de um lado. Os familiares mais distantes ficam de outro.

É uma ocasião na qual gente que não se vê há muito tempo tem a chance de se reencontrar.

Fulana casou, sabia?”,

O filho de fulano já tá com cinco anos!”.

Eu me formei na faculdade tem dois meses”,

Nossa, não te vejo desde o enterro de ciclano”.

Deve ter gente que se conheceu em velório e só se encontra em velório.

As pessoas riem no velório. Pode ser aquele risinho pelo reencontro com os “sumidos”, ou pode ser algum causo que alguém resolveu contar. Afinal, a situação vai varando noite adentro e tem que ter assunto. Pode ser aquele choro misturado com riso também, de tristeza misturada com memórias boas do tipo

ele era um bom garoto!”.

As pessoas são muito mais consoladoras com os velhos. Os visitantes quase sempre chegam muito preocupados com os mais velhos da família. São abraços apertadíssimos, pêsames deprimidíssimos e por aí vai. Pros jovens sobra um tapinha no ombro e uma ordem:

Você tem que ser forte!”.

Fiquei me perguntando se eu tinha a opção de responder

Não, hoje não tô a fim de ser forte, não! Vou me jogar no chão e começar a gritar!”.

E essas mesmas pessoas te bombardeiam com aquelas perguntas de quem está querendo ajudar:

Sua mãe já comeu?”,

Tua avó já tomou o remédio da pressão?”,

Mas você vai dar café com açúcar pra ela? Ela não é diabética?”,

Cuida da sua família tá? Fica com eles”.

Mais uma vez pensei nas consequências de responder

Poxa, não posso ficar não. Tô com meu Riocard aqui e vou pegar um trem pra Japeri. Pra dar um passeio. Se você tivesse me avisado antes que era pra eu ficar, né? Aí eu teria me programado! Mas você só falou agora! Como é que eu ia saber?”.

E te ocorre aquele pensamento sobre as visitas

Graças a Deus existem essas pessoas. E graças a Deus elas estão aqui. E nós não estamos sozinhos”.

Você vive aqueles momentos em que acha que nunca mais vai conseguir chorar de novo. Secou, acabou. Dois minutos depois, o choro recomeça.

Você se promete que nunca mais vai rezar. Dois minutos depois tá rezando porque é o único jeito de sobreviver. É tão vital quanto respirar. Especialmente porque é essencial saber que você não está entregando aquele ser amado pro fim de tudo, mas pra vida eterna. E que aquilo é só um “até breve”.

Muitas pessoas chegam, mas só aquelas que estão ali por você te fazem se sentir confortável pra desabar por alguns minutos. E, vejam bem, eu disse DESABAR mesmo, não desabafar. Tem aqueles que vão pelos seus pais, pelos seus tios, ou pelos seus avós. Mas aqueles que vão por você fazem uma diferença no modo como você está agindo.

Os lugares sentados são disputados. E as pessoas querem ficar perto do caixão, vendo quem entra e quem sai.

Tem gente que não fala coisa com coisa no velório, age como louco.

Tem gente que vai, mas não chega perto. E faz isso por vários motivos: tem vergonha, não gosta de ver, não sabe o que dizer, fica com medo de incomodar. É uma variedade imensa de motivações. Justas.

            Você pode colocar alguma coisa no caixão pra ser enterrada junto com a pessoa. Um terço, por exemplo.

Você fica suspirando e gemendo involuntariamente quase o tempo inteiro. Dói.

Tem vários momentos pra rezar durante o velório. É o famoso ato de “encomendar” a alma. E todo mundo reza e canta junto. Você tem que estar em dia com as letras das músicas e orações pra acompanhar o coro.

“Noite Traiçoeira” está entre as mais cantadas.

É preciso decidir se você quer uma bíblia ou um crucifixo adornando o caixão. Aí você reflete

Só tem opções católicas?”

Tem gente que só vai ao velório. Tem gente que só vai ao enterro. Tem gente que vai aos dois.

O enterro passa muito rápido.

As pessoas batem palmas quando o caixão tá descendo, pra homanagear o falecido.

Você aprende fatos novos.

Os ossos do seu avô estão naquela caixa ali”.

Carregar o caixão é um sinal de respeito. E quando um menino carrega um caixão, ele vira um homem.

Quanto mais prestígio a pessoa tem, mais coroas de flores ela ganha.

Aquele último momento quando você joga a flor lá dentro, em cima do caixão, é a última chance pra despedida.

agora é pra valer. Espero não ter esquecido de te dizer nada. Não esqueça de mim. E eu juro que também não vou esquecer de você”.

            Depois que fecham a tampa do túmulo, todas as coroas de flores são colocadas ali em cima.

            Já se anuncia a missa de sétimo dia ali mesmo.

            E o velório, o enterro e a dor se repetem todo dia na sua cabeça toda vez que alguém pergunta.


como você está?”.

3 Bolo de chocolate [sem farinha]!



Oi! 

Fico muito feliz quando compartilho o espaço do blog com meus amigos! 

Hoje, quem faz as honras novamente é o Phelipe, meu chef preferido, pra ensinar um bolo de chocolate lindo [ele tem um jeitão meio rústico por fora] e super cremoso [por dentro]!

Espero que vocês curtam a receita, façam em casa e contem tudo nos comentários!

Beijo,

Laís



**Bolo de chocolate sem farinha**

Essa receita incrível foi ensinada pelo Leo, do Projeto Banquete [pra conferir o site é só clicar aqui], num episódio que compõe um especial só de bolos. O Banquete é uma iniciativa muito bacana no âmbito da gastronomia, que tomei conhecimento pela Laís. 

Os idealizadores do projeto acreditam que qualquer refeição pode se tornar um banquete, quando preparada com cuidado especial e na companhia de pessoas queridas. 

Assim, numa tarde chuvosa, recebi a Laís para um bocado de risadas e doçuras.

Vamos à receita?

Importante: Clique nas fotos para ampliá-las!
































O resultado é um dos bolos mais gostosos que já fiz/comi. Leve, perfumado e que derrete na boca. 

Reforço os objetivos do Banquete, a cozinha pode ser um espaço lúdico e terapêutico. Divirta-se!


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